Casa no Caminho das Padeiras. Leiria. Portugal (Fotos de Obra)

Brevemente.

Casa na Colina do Norte. Nazaré. Portugal (Fotos de Obra)



Remodelação de Apartamento. Santa Maria de Lamas. Portugal

O conceito base na remodelação deste apartamento de tipologia T3 foi a simplificação dos espaços. O apartamento actual encontra-se com demasiada compartimentação sendo que era necessário cortar com essa circulação quase labiríntica. A redução da tipologia para T2 tornou o apartamento mais amplo e com uma vivência mais completa, uma vez que o mesmo é para um único habitante.




Casa Low Cost I - Estudo (Habitação para Países Emergentes)

Proposta para a conceção de um protótipo de unidade familiar, com um baixo custo de construção, destinada a famílias em situação de grande carência, comummente constituídas por 7-9 pessoas (Pais, 3 filhos e 2 avós ou Pais, 5 filhos, 2 avós), num terreno de topografia plana (lote com 25.00 metros por 10.00 metros).







Casa no Caminho das Padeiras. Leiria. Portugal

É com satisfação que a Narquiteturas anuncia a entrada para Licenciamento do seu segundo projeto. Ainda sem o Mestrado em Arquitetura terminado - que impede a inscrição na Ordem dos Arquitetos - a Arquitetura deste projeto (Habitação Unifamiliar, situada no Caminho das Padeiras, Leiria) é propriedade intelectual da Narquiteturas mas o Termo de Responsabilidade do Projeto pertence ao Engenheiro Cristiano Vicente Isabel, sendo este também responsável pelas Especialidades de Engenharia.




Casa na Colina do Norte. Nazaré. Portugal

É com satisfação que a Narquiteturas anuncia a entrada para Licenciamento do seu primeiro projeto. Ainda sem o Mestrado em Arquitetura terminado - que impede a inscrição na Ordem dos Arquitetos - a Arquitetura deste projeto (Habitação Unifamiliar, situada na Colina do Norte, Nazaré) é propriedade intelectual da Narquiteturas mas o Termo de Responsabilidade do Projeto pertence ao Engenheiro Sérgio Ferreira Jorge, sendo este também responsável pelas Especialidades de Engenharia.




Texto # 03

A Arquitetura está para a Arte como a Prostituição está para o Amor. Ambas são relações platónicas!

Texto # 02

Há uns dias apareceu cá por casa um amigo de universidade que estava a passar pela zona e fomos tomar café - surgiu em boa altura que isto de trabalhar em casa pode arruinar mentalmente qualquer um. Decidi ir mostrar-lhe um café que tinha sido recentemente remodelado pelo Atelier onde colaboro. Trabalho de quatro "mentes". Fui na viagem de "ego" cheio pelo que tinha sido feito. Depois da primeira impressão pedi-lhe a opinião. A resposta foi curta, "esta arquitetura moderna parece-me toda igual, parece que não saí da minha terra, há um parecido por lá". Admito que fiquei sem grande resposta, já que fui completamente desarmado. A opinião dos não conhecedores/críticos de arquitetura realmente é a que conta - tal como Jacques Herzog disse nas conferências Swissport'09, é o povo que faz ou não um "objeto arquitetónico" ser um "ícone". Com isto onde pretendo chegar? Somente a esta conclusão, que à custa de um minimalismo exacerbado todas as sensações dos "espaços" são "roubadas" pela neutralidade do mesmo. O que quero dizer com isto? Que hoje em dia a grande maioria dos "objetos arquitetónicos" criados em Portugal basicamente parecem museus - todos brancos no seu interior para realçar as peças artísticas expostas - mas a Arquitetura não o deve ser, deve sim ser portadora de identidade, carácter, sensações, deve acima de tudo ser vida e tudo o que ela representa!

Texto # 01

Nos últimos tempos dou comigo a divagar – e também a discutir - acerca do caminho da Arquitetura dentro do contexto atual de globalização e tudo o que trouxe atrás. Com os meios de comunicação cada vez mais globalizados e tendenciosos, a Arquitetura – como sempre o foi, uma “Maria vai com todas”, não nos podemos esquecer da mão-de-obra escravizada, de judeus e outros povos que por exemplo, Albert Speer (arquiteto chefe de Adolf Hitler) “tão bem” utilizou. Graças a estes belos exemplos da história – digo isto com um tom cínico – que os arquitetos são considerados umas prostitutas! Tudo fazem para agradar ao cliente. Embora esteja a fugir um pouco ao que mais me preocupa, lá voltarei. Com isso levanto uma questão pertinente. Como é que a chamada Arquitetura de “marca”, “imagem”, “branding”, ou que lhe queiram chamar, pode ser Arquitetura, se hoje em dia o que se produz na mesma é somente o repetir de uma fórmula – neste caso mágica – as vezes que forem necessárias até essa IMAGEM DE MARCA estar criada e assim obter reconhecimento por parte da sociedade, essa mesma que muitas das vezes não tem qualquer grau de conhecimento para saber avaliar. Já que boa Arquitetura não é só a Arquitetura bonita, apelativa, excêntrica. Acima de tudo deve ser pessoal, dependendo de diversos fatores tais como, o cliente, o terreno, o programa, as vivências, mas acima de tudo ÚNICA. Ao existir esse “branding” e cito alguns nomes famosos como Zaha Hadid, Frank Gehry, MVRDV (estes holandeses um caso especial tendo em conta que a imagem de marca dos próprios é o “naïve” e nunca se pode sair dessa linha porque foi isso que os tornou famosos, então essa própria imagem de marca de Atelier, estrangula a criatividade, porque não se pode sair dos parâmetros delineados, já que ao mudar, jamais seriam associados à marca). Podemos analisar os trabalhos dos que citei ou de outros porque há muitos “arquitetos estrelas”, que no meio das artes são comparáveis aos craques do futebol. Tal como esse meio, que explora crianças de 5 anos no Paquistão para coser as bolas de futebol e os equipamentos, os arquitetos principalmente os “grandes”, exploram os próprios colegas, embora mais novos e inexperientes, não deixam de ser colegas de profissão. Esses muitas vezes estagiam sem remuneração só para poder colocar no curriculum vitae, que estagiaram no Atelier “X” ou “Y” porque dá nome. Dá “imagem” ao curriculum vitae. Poderão chamar-me idealista ou romântico – não no lado amoroso da questão obviamente – mas ao longo dos tempos - os últimos obviamente - a Arquitetura tem desiludido. Principalmente por falta de a ver progredir. Reparo que na Arquitetura mais "Erudita" não há algo que fuja ao Movimento Moderno – sim pode chamar-se Arquitetura Contemporânea ao que se faz atualmente, mas decididamente ainda não saímos do Movimento Moderno. E essa globalização em nada ajuda a sair da estagnação.